quinta-feira, 12 de janeiro de 2017
JORNAL VITRINE TOCANTINENSE, em 2011, em Palmas, Araguaína e Gurupi do Tocantins foi lançado Jornal Vitrine Tocantinense.
Em 2011, em Palmas, Araguaína e Gurupi do Tocantins foi lançado Jornal Vitrine Tocantinense.
Segundo os Editores Manoel Cardoso e Silene Noleto, O JORNAL VITRINE TOCANTINENSE veio para mostrar de um jeito diferente o que tem de melhor no Tocantins, mostrando todas notícias, um jornal plural e, acima de tudo, comprometido com o Tocantins. "Trabalhamos Muito para a realização deste do Jornal Vitrine Tocantinense, um sonho que ao longo dos anos tornou-se corpo e tornou-se realidade, e há 10 anos atrás já pensávamos em lançar esta obra, fruto de muito trabalho e persistência, coragem e Fé" diz Manoel Cardoso e Silene Noleto.
Jornal Vitrine Tocantinense
nos dedicamos em fornecer a nossos clientes um serviço cordial. Nós valorizamos seu negócio. Tornamos nossa missão.
O principal investimento do Novo Jornal Vitrine Tocantinense é em talentos
EMAIL: manoelc22@hotmail.com
Conta 62)984909063 ou 999366653- Palmas Tocantins.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2016
Rapadura: conheça a história dessa delícia que é tradição do Brasil.
Rapadura: conheça a história dessa delícia que é tradição do Brasil
Conta-se que a fabricação da rapadura teve origem no século 16, nas Ilhas Canárias. Naquela época, o doce foi visto como uma solução prática para o transporte de alimento, já que é resistente a umidade. No Brasil, começaram a ser fabricadas no mesmo século, na época em que chegaram os primeiros engenhos. Também chamadas de raspadura, a guloseima ganhou esse nome por ter originado da raspas dos tachos em que se produzia o açúcar. Depois de moldadas em forma de tijolos, seguiam para a mesa dos escravos, se tornando alimento importante no cardápio dos negros.
Famosa entre os nordestinos, a rapadura é para muitos a sobremesa preferida depois do almoço. O que muita gente não sabe, é que essa iguaria não foi criada no Brasil. Isso mesmo! A rapadura surgiu nas Ilhas Canárias, em um arquipélago espanhol, no século XVl. Logo depois, no século XVll, foi exportada para as Américas.
A rapadura foi criada a partir da raspagem das camadas de açúcar que ficavam presas às paredes dos tachos utilizados para fabricação de açúcar, então, era aquecida e colocada em formas semelhante às de tijolos. Uma solução prática de transporte de alimento em pequena quantidade para uso individual, que resistia durante meses às mudanças atmosféricas.
Quando a rapadura chegou ao Brasil
Chegou ao Brasil em 1532 e servia de alimento para os escravos por possuir muitos nutrientes. Nesta época, ainda não era fabricada para fins comerciais. Logo depois, se deu início à produção da rapadura nos primeiros engenhos de cana-de-açúcar, que eram pequenos e muito simples, com moendas de madeira movidas a água ou por cavalos e bois.
Fabricação
A cana é moída para extrair o caldo de cana, depois o líquido é colocado no tacho para ser fervido. Nesta etapa com a elevada temperatura do caldo, as impurezas vão para cima do tacho e são retiradas. O caldo é colocado em uma caixa de depósito, é fervido mais uma vez e se torna melado.
RICA EM MINERAIS E VITAMINAS
Em cada 100 gramas de rapadura são encontrados:
MINERAIS
Potássio — 10 a 13mg
Cálcio — 40 a 100mg
Magnésio — 70 a 90mg
Fósforo — 20 a 90mg
Sódio — 19 a 30mg
Ferro — 10 a 13mg
Manganês — 0,2 a 0,5mg
Zinco — 0,2 a 0,4mg
Flúor — 5,3 a 6,0mg
Cobre — 0,1 a 0,9mg
VITAMINAS A, Betacaroteno, B1, B2, B5, B6, C, D2, E, PP PROTEÍNAS 280mg
Rapadura como aliada dos esportistas
O alto teor calórico faz da rapadura uma aliada de quem precisa de energia para treinar ou praticar atividades físicas intensas. Adriana recomenda que atletas, principalmente os de alta resistência, incluam esse alimento como parte da alimentação.
A maior motivação para inserir a rapadura na dieta é que ela fornece energia em grande quantidade. Porém, ela é muito mais benéfica que outros alimentos energéticos porque ainda tem vitaminas e minerais.
A nutricionista compara esse alimento com a maltodextrina, suplemento muito comum entre atletas, mas que fornece apenas carboidratos.
Mesmo com tantos benefícios, o consumo do doce não pode ser exagerado. Adriana comenta que por ter um alto índice glicêmico, o produto não é adequado para uso antes dos treinos pois pode provocar hipoglicemia de rebote, que é quando os níveis de açúcar no sangue se elevam e depois caem bruscamente.
“O ideal é consumir a rapadura durante e após os treinos”, indica a especialista. Ela ainda menciona que é uma excelente opção para ciclistas e atletas que fazem treinos longos. É um alimento fácil de comer e ainda é barato.
Rapadura no dia a dia
Mesmo quem não é atleta de alta performance pode incluir esse doce no dia a dia. Ele é uma ótima substituição para o açúcar e outros adoçantes no preparo de sobremesas, sucos e outras receitas.
A nutricionista afirma que preparar a rapadura com castanhas, coco e amendoim gera uma sobremesa ou lanchinho doce saboroso e nutritivo. Ainda assim, não deve ser consumida em excesso devido ao alto teor calórico. Mesmo oferecendo diversos benefícios, é preciso ter moderação.
Rapadura é patenteada por empresa alemã
http://www.globo.com/
A receita é antiga, da época do Brasil colônia. A rapadura foi criada para facilitar o transporte do açúcar para a Europa. O caldo da cana fervido em tachos de cobre e transformado em barras é um dos símbolos do nordeste. Até os turistas estrangeiros experimentam e gostam, mesmo sem conseguir falar o nome direito.
Quase cinco séculos depois da invenção, a receita foi patenteada... Na Europa! A dona da marca "rapadura" é uma empresa alemã. O registro foi feito há 16 anos, mas o Itamaraty só ficou sabendo agora, alertado por uma brasileira que mora em Berlim.
Na Alemanha a rapadura é vendida como açúcar mascavo triturado. Os donos de engenho do Ceará, que se preparavam para exportar, agora podem ser obrigados a pagar royalties.
"O produto é nosso. A criação da cultura foi nossa. E nós não podemos criar uma cultura e entregar para outro país se beneficiar com ela", protesta o dono de engenho José Gonzaga.
Em nota divulgada à imprensa, o Itamaraty disse que o registro contraria acordos internacionais sobre direitos de propriedade intelectual e que a embaixada do Brasil na Alemanha tenta convencer a empresa a abandonar voluntariamente a patente.
Mesmo se a diplomacia não funcionar, o advogado Ricardo Bacelar acredita que o registro pode ser anulado: "Existem normas internacionais que impedem que esse tipo de registro seja feito. A rapadura, além de ser um uso e costume comercial, um produto brasileiro, ela faz parte também do patrimônio histórico e cultural brasileiro". Empresários de outros países já tentaram, outras vezes, patentear produtos tipicamente brasileiros. Foi o que aconteceu com o cupuaçu, em 2000, quando uma empresa do Japão quis registrar a marca. O governo japonês ouviu as reclamações dos produtores do Brasil e se recusou a fazer a patente. http://www.globo.com/
segunda-feira, 28 de novembro de 2016
O maior garimpo a céu aberto do Mundo
O maior garimpo a céu aberto do Mundo
Serra Pelada é uma região localizada no estado do Pará que, na década de 1980, foi invadida por milhares de pessoas que buscavam enriquecimento por meio do garimpo.
O Brasil, desde o período colonial, se destaca pela fartura de minerais em seu subsolo. O país ficou marcado pela grande quantidade de ouro encontrado durante os séculos XVII e XVIII. Após esse período, acreditava-se que o recurso aurífero brasileiro não seria mais encontrado em grandes proporções. Porém, em 1980 surgiu uma nova corrida em busca do ouro em Serra Pelada.
Serra Pelada, atual município de Curionópolis, é uma região localizada no Estado do Pará. Na década de 1980, essa área foi invadida por milhares de garimpeiros motivados pelo sonho de enriquecer rapidamente através do ouro.
Serra Pelada
O major do Exército, Sebastião Curió, era o responsável pela organização no garimpo, evitando, na medida do possível, confusões e atritos entre os trabalhadores. Uma das medidas estabelecidas foi a proibição de bebidas alcoólicas no local.
Rapidamente a área se tornou o maior garimpo a céu aberto do mundo. Aproximadamente 25 mil homens trabalhavam dia e noite e chegavam a tirar uma tonelada de ouro por mês. Conforme dados do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), somente no ano de 1983 foram extraídas cerca de 14 toneladas de ouro na área de Serra Pelada.
Esse fato fez com que muitos pensassem que as jazidas de ouro seriam capazes de enriquecer os garimpeiros. Porém, esse fato não se concretizou, e o que é pior, muitos morreram durante o trabalho.
As condições de trabalho eram precárias, calor intenso, utilização de escadas danificadas, barrancos altamente perigosos, poeira de monóxido de ferro no ar - que era inalada pelos trabalhadores; barracos improvisados, sem estrutura adequada para moradia. Mas apesar de todos esses aspectos negativos, os garimpeiros trabalhavam na esperança de “bamburrar” - expressão relacionada ao fato de enriquecer.
Condições de trabalho em Serra Pelada
A produção aurífera em Serra Pelada decresceu e, em 1992, houve interrupção das atividades de extração de ouro na região. A grande cratera aberta para a retirada do ouro transformou-se num enorme lago. A Companhia Vale do Rio Doce recebeu uma indenização de 59 milhões do Governo Federal, pois tinha direitos sobre as jazidas de ouro, que foram invadidas pelos milhares de garimpeiros.
Em 2002, o Congresso Nacional aprovou um decreto que permitiu aos garimpeiros a execução de suas atividades em uma área próxima à Serra Pelada. Em poucos meses, aproximadamente 10.000 garimpeiros foram atraídos para essa região. Vários problemas ocorrem nessa nova área. A disputa de interesses políticos, líderes sindicais, mineradoras e antigos garimpeiros geram vários conflitos. Alguns com final trágico, como o assassinato de Antônio Lemos, que era o presidente do Sindicato dos Garimpeiros da região.
O ouro encontrado em Serra Pelada não gerou riqueza para a maioria dos garimpeiros, pelo contrário, apenas trabalho em péssimas condições e desilusão com a possibilidade de sair da miséria.
Serra Pelada - história do início ao - será o fim?
O que já foi o maior garimpo de ouro do mundo moderno hoje quase resumido a um lago de águas contaminadas e sem vida, aparentemente.
A descoberta do ouro de Serra Pelada é uma estória que se multiplica no "mundo mineral" sob várias versões, às vezes até míticas.
A estória contada pelos antigos garimpeiros é de que na Fazenda Três Barras, a esposa do capataz encontrou uma pedrinha com um brilho metálico de amarelo incomum no lugar a posteriori denominado Grota Rica.
Genésio, dono da fazenda, levou a amostra até Marabá e lá foi confirmado se tratar de uma pepita de ouro.
A rocha mineralizada era chamada "Burro Preto" e as rochas encaixantes eram também mineralizadas ainda que com teores menores.
Não demorou muito até chamar a atenção do governo brasileiro (militares) e da Cia. Vale do Rio Doce (na época) detentora de direitos minerais na região.
O governo decide não paralisar o garimpo e tenta organiza-lo proibindo a prostituição e venda de bebidas alcoólicas, divide o terreno em Barrancos 2 x 2 metros, instala postos de saúde e policial e põe fim à tributação cobrada pelo dono das terras.
A Cia Vale passa a ser a única compradora da produção de ouro em Serra Pelada e para combater o contrabando paga mais que a cotação do metal nas bolsas de valor.
O garimpo funciona por mais alguns anos, é fechado por problemas técnicos ao atingirem o lençol freático e reaberto após, por ordem do presidente da república, fazerem o rebaixamento do lençol.
As notícias sobre o formigueiro humano se espalham e com elas as evidências da total inconformidade com a segurança do trabalhador.
Os problemas técnicos se agravam e as péssimas condições de trabalho e insalubridade colocam o garimpo de Serra Pelada insustentável no início dos anos 80 e no governo Collor é fechado.
No fim da primeira década dos anos 2000 a empresa canadense Colossus Minerals entra em acordo com a Coomigasp (Cooperativa dos Garimpeiros de Serra Pelada) e realiza novos trabalhos de avaliação dos recursos da jazida que mostra resultados promissores.
A Colossus reinicia as operações de lavra, agora subterrânea, mecanizada e planejada, mas em 2014, após vários episódios indesejáveis, a Colossus Minerals suspende as operações e abandona as instalações que são saqueadas.
No mercado, o ouro costuma brilhar mais em momentos de crise e pressão inflacionária. Ele funciona como uma reserva de valor, um porto seguro.
O maior garimpo a céu aberto do Mundo
O maior garimpo a céu aberto do Mundo
Serra Pelada é uma região localizada no estado do Pará que, na década de 1980, foi invadida por milhares de pessoas que buscavam enriquecimento por meio do garimpo.
O Brasil, desde o período colonial, se destaca pela fartura de minerais em seu subsolo. O país ficou marcado pela grande quantidade de ouro encontrado durante os séculos XVII e XVIII. Após esse período, acreditava-se que o recurso aurífero brasileiro não seria mais encontrado em grandes proporções. Porém, em 1980 surgiu uma nova corrida em busca do ouro em Serra Pelada.
Serra Pelada, atual município de Curionópolis, é uma região localizada no Estado do Pará. Na década de 1980, essa área foi invadida por milhares de garimpeiros motivados pelo sonho de enriquecer rapidamente através do ouro.
Serra Pelada
O major do Exército, Sebastião Curió, era o responsável pela organização no garimpo, evitando, na medida do possível, confusões e atritos entre os trabalhadores. Uma das medidas estabelecidas foi a proibição de bebidas alcoólicas no local.
Rapidamente a área se tornou o maior garimpo a céu aberto do mundo. Aproximadamente 25 mil homens trabalhavam dia e noite e chegavam a tirar uma tonelada de ouro por mês. Conforme dados do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), somente no ano de 1983 foram extraídas cerca de 14 toneladas de ouro na área de Serra Pelada.
Esse fato fez com que muitos pensassem que as jazidas de ouro seriam capazes de enriquecer os garimpeiros. Porém, esse fato não se concretizou, e o que é pior, muitos morreram durante o trabalho.
As condições de trabalho eram precárias, calor intenso, utilização de escadas danificadas, barrancos altamente perigosos, poeira de monóxido de ferro no ar - que era inalada pelos trabalhadores; barracos improvisados, sem estrutura adequada para moradia. Mas apesar de todos esses aspectos negativos, os garimpeiros trabalhavam na esperança de “bamburrar” - expressão relacionada ao fato de enriquecer.
Condições de trabalho em Serra Pelada
A produção aurífera em Serra Pelada decresceu e, em 1992, houve interrupção das atividades de extração de ouro na região. A grande cratera aberta para a retirada do ouro transformou-se num enorme lago. A Companhia Vale do Rio Doce recebeu uma indenização de 59 milhões do Governo Federal, pois tinha direitos sobre as jazidas de ouro, que foram invadidas pelos milhares de garimpeiros.
Em 2002, o Congresso Nacional aprovou um decreto que permitiu aos garimpeiros a execução de suas atividades em uma área próxima à Serra Pelada. Em poucos meses, aproximadamente 10.000 garimpeiros foram atraídos para essa região. Vários problemas ocorrem nessa nova área. A disputa de interesses políticos, líderes sindicais, mineradoras e antigos garimpeiros geram vários conflitos. Alguns com final trágico, como o assassinato de Antônio Lemos, que era o presidente do Sindicato dos Garimpeiros da região.
O ouro encontrado em Serra Pelada não gerou riqueza para a maioria dos garimpeiros, pelo contrário, apenas trabalho em péssimas condições e desilusão com a possibilidade de sair da miséria.
Serra Pelada - história do início ao - será o fim?
O que já foi o maior garimpo de ouro do mundo moderno hoje quase resumido a um lago de águas contaminadas e sem vida, aparentemente.
A descoberta do ouro de Serra Pelada é uma estória que se multiplica no "mundo mineral" sob várias versões, às vezes até míticas.
A estória contada pelos antigos garimpeiros é de que na Fazenda Três Barras, a esposa do capataz encontrou uma pedrinha com um brilho metálico de amarelo incomum no lugar a posteriori denominado Grota Rica.
Genésio, dono da fazenda, levou a amostra até Marabá e lá foi confirmado se tratar de uma pepita de ouro.
A rocha mineralizada era chamada "Burro Preto" e as rochas encaixantes eram também mineralizadas ainda que com teores menores.
Não demorou muito até chamar a atenção do governo brasileiro (militares) e da Cia. Vale do Rio Doce (na época) detentora de direitos minerais na região.
O governo decide não paralisar o garimpo e tenta organiza-lo proibindo a prostituição e venda de bebidas alcoólicas, divide o terreno em Barrancos 2 x 2 metros, instala postos de saúde e policial e põe fim à tributação cobrada pelo dono das terras.
A Cia Vale passa a ser a única compradora da produção de ouro em Serra Pelada e para combater o contrabando paga mais que a cotação do metal nas bolsas de valor.
O garimpo funciona por mais alguns anos, é fechado por problemas técnicos ao atingirem o lençol freático e reaberto após, por ordem do presidente da república, fazerem o rebaixamento do lençol.
As notícias sobre o formigueiro humano se espalham e com elas as evidências da total inconformidade com a segurança do trabalhador.
Os problemas técnicos se agravam e as péssimas condições de trabalho e insalubridade colocam o garimpo de Serra Pelada insustentável no início dos anos 80 e no governo Collor é fechado.
No fim da primeira década dos anos 2000 a empresa canadense Colossus Minerals entra em acordo com a Coomigasp (Cooperativa dos Garimpeiros de Serra Pelada) e realiza novos trabalhos de avaliação dos recursos da jazida que mostra resultados promissores.
A Colossus reinicia as operações de lavra, agora subterrânea, mecanizada e planejada, mas em 2014, após vários episódios indesejáveis, a Colossus Minerals suspende as operações e abandona as instalações que são saqueadas.
No mercado, o ouro costuma brilhar mais em momentos de crise e pressão inflacionária. Ele funciona como uma reserva de valor, um porto seguro.
quinta-feira, 3 de novembro de 2016
"Mais de 100 mil acessos no Goolgle".
"Mais de 100 mil acessos no Goolgle"
É com grande satisfação que agradeço e informo a todos, que ultrapassamos os 100 mil acessos da nossas Paginas no Google.
Aproveito o momento e agradeço de coração cada um de vocês, responsáveis diretos pelo sucesso e recorde de visitas em nossas Páginas.
Ficamos lisonjeados em contribuir e divulgar o Turismo a Cultura do Estado, Brasil e do Mundo, Vocês podem contribuir ainda mais para o crescimento da nossas Paginas, ao dar sua opinião sobre ele no geral ou sobre alguma postagem em específico.
Utilize, para tanto, os campos de comentários disponíveis embaixo das postagens, nossa página no Facebook, nosso perfil no Twitter, nosso canal no YouTube, Portal, Blog, ou, ainda, nossos e-mails.
Revista Guia Turístico e Cultural do Brasil.
Sendo o maior recorde de acessos obtidos em toda a história da Pagina durante a sua existência. Agradecemos pela oportunidade e credibilidade aos nossos leitores de Todo Brasil e Tocantins e a todos que acessam o nosso Portal. Vocês fazem parte do nosso sucesso que está só começando. Manoel Cardoso e Silene Noleto.
Abraços a todos e 100 mil obrigados pela confiança!
Portal Guia: www.guiaturismobrasil.eco.br
segunda-feira, 31 de outubro de 2016
O Tocantins mostra uma nova cara para o Turismo, Cultural no Estado e Brasil. A Região Sudeste que compreende as Cidades de Peixe, Natividade, Almas, Dianópolis, Rio da Conceição,
O Tocantins mostra uma nova cara para o Turismo, Cultural no Estado e Brasil. A Região Sudeste que compreende as Cidades de Peixe, Natividade, Almas, Dianópolis, Rio da Conceição, conhecidos como Serra Geral, esta região quebra o protocolo e mostra, para todos, que tem potencial de encher os olhos. O Sudeste do Tocantins – “Mostra sua cara” que aconteceu nos dias 27 e 28 de outubro no auditório da OAB em Palmas, o Turismo, Gastronomia, Artesanato, Roda de Negócios e Cultura durante o seminário. O SEBRAE trouxe à Palmas o que o Sudeste tem de melhor, o turismo é um dos segmentos com inúmeras oportunidades de negócios. Atento a essa vocação no Tocantins, o Superintendente do SEBRAE Tocantins, segundo Omar Hennemann, essa será uma grande oportunidade de fomentar os pequenos negócios ligados à cadeia do turismo, através das ações exitosas que a região Sudeste do estado vem desenvolvendo nessa área. “Aquela região é fantástica”.
As atrações turísticas são um convite à visitação. O artesanato é lindo. A comida é deliciosa e as manifestações culturais são um espetáculo à parte”, afirmou Hennemann. Parabéns ao SEBRAE, foi um Grande Evento Turístico e Cultural, rico em todos os aspectos, serve de exemplos para todos, que são envolvidos nas cadeias turísticas e culturais no Tocantins e no Brasil. A Revista Guia e o Portal Guia Brasil realizou cobertura total deste grande evento: www.guiaturismobrasil.eco.br
sexta-feira, 21 de outubro de 2016
Xambioá Tocantins é pura poesia. Convida ao descanso, ao agito e a contemplação do belo. É arte, é beleza, é inspiração.
A cidade de Xambioá, às margens do Rio Araguaia, no norte do Estado.
O município tem belezas naturais, como as praias e corredeiras, eventos populares como o Carnaxam, o carnaval fora de época, e um fato histórico de interesse nacional: a Guerrilha do Araguaia: Os primeiros habitantes de Xambioá chegaram por volta de 1845, com a intenção de conquistar os índios Karajá e fiscalizar a extração de látex.
Mas foi na década de 1930 que o povoamento começou a se firmar devido à descoberta das minas de cristal de rocha na região.
O nome da cidade significa “pássaro preto veloz”, e se refere à nação indígena Xambioá, que mantém uma reserva próxima ao município. Entre 1970 a 1976 ocorreram na região ações guerrilheiras organizadas pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB), contrárias ao regime militar.
Seus integrantes pretendiam combater a ditadura militar e implementar o comunismo, iniciando o movimento pelo campo.
O conflito entre guerrilheiros e o Exército deixou marcas profundas, mesmo assim, conhecer o palco da guerrilha é uma experiência única.
-Atrativos (praias e point`s A temporada do veraneio Araguaiano é garantida como uma vasta programação no mês de julho.
Ilhas e Praias do Araguaia: do Murici (trinta minutos de avoadeira), do MEIO (cinco minutos de avoadeira), do Paletó (cinqüenta minutos de avoadeira), de Campo (cinqüenta minutos de avoadeira e dezessete km por terra, via Manchão do Meio). -Cachoeiras: São Miguel Arcanjo (cinco minutos de avoadeira). Rios e Riachos: Araguaia, Xambioazinho, do Coco, Xambico, Corda.
Balneários: Lago Grande (do Poção), do Noleto, do Nove, do Xambioazinho. Os Clubes: do Casarão, Sertãozinho Eventos. As danceterias náuticas: Iceberg, Titanic Dance.
O Passeio Público do Recreio do Zuza, o Espaço de Lazer (Alamedas Tiago Dias e Adão Barros, Anfiteatro Élia Neves da Costa. -Como Chegar Transporte fluvial: barcos e avoadeiras fretados em várias cidades do Pará e Tocantins e diariamente de São Geraldo do Araguaia.
Transporte rodoviário: pelas rodovias BR-153 e TO- 168. Ônibus e vans, diariamente. Transporte aéreo: avião de pequeno porte (mono-motor e bi-motor), através do Aeroporto Juarez de Sousa Fortes.
FOTOS: Luís Alves Ribeiro.


Assinar:
Postagens (Atom)
















